Nossos fundadores

   

Beato Luís Biraghi, o fundador da Congregação das Irmãs Marcelinas.

Nascido em Vignate ( Milão ), em 2 de novembro de 1801, Luís Biraghi iniciou sua vida como seminarista aos onze anos e foi ordenado sacerdote em 1825. Foi professor de grego, latim, física e religião. Exercendo essa tarefa com muito entusiasmo. Aos 24 anos, publicou estudos de arqueologia religiosa e história eclesiástica milanesa. Em 1848, foi nomeado Diretor Espiritual do Seminário Teológico de Milão. Na mesma época, ajudou como pacificador, Pio IX na crise político-eclesiástica na Diocese Milanesa.

Toda a determinação e sabedoria de Biraghi foram canalizadas para a fundação da Congregação, cujo nome é uma homenagem à Santa Marcelina, irmã mais velha de Santo Ambrósio, Juntamente com Marina Videmari (primeira religiosa da Congregação), iniciou em 22 de setembro de 1838 a obra que tem como premissa a formação da mulher.

Um homem à frente do seu tempo, procurou aliar os processos pedagógicos à educação cristã dos jovens, tendo em conta o seu desenvolvimento integral, para capacitá-los a transformar a si mesmos e a sociedade em que vivem.

Presentes em vários países, atuando nas áreas da Educação e da Saúde, as Irmãs Marcelinas oferecem sólida formação cultural, moral, religiosa e também ajuda humanitária por meio de obras sociais e postos de saúde em locais carentes.

"Educar seguindo os tempos" é o grande segredo que perpetua a qualidade dos serviços e contribui para a formação de cidadãos comprometidos com uma sociedade mais justa, próspera e fraterna.

Trata-se de uma proposta de inspiração CRISTOCÊNTRICA, que vai da educação infantil à educação superior, tendo a ciência e a cultura como instrumentos e meio de educar para os valores permanentes da vida.

Por tudo isso e principalmente pela vocação de cada religiosa Marcelina, é que esta obra perpetua-se nos moldes de seu Fundador e com as bênçãos de Deus.

   

Madre Marina Videmari, co-fundadora das Irmâs de Santa Marcelina

Marina Vídemari, jovem da nobre sociedade milanesa, fez seu o sonho de Biraghi.

Diante do convite de Pe. Luis Biraghi, para iniciar a construçào do grande ideal: transformar a sociedade, à luz do Evangelho, tendo a ciéncia corno instrumento e meío, Marina não exítou e depois de uma forte preparação espirítual, alegre, tranqüila e firme, respondeu: "Corn a graça de Deus, sinto-me disposta a tudo". Foi a primeira de uma multidão de virgens consagradas, da Congregação das Irmàs de Santa Marcelina.

Sem dúvida, Marina Videmari é para nós a figura de uma mulher que marcou a época em que viveu, não só com a ração, mas sobretudo, por sua entrega a Deus e ao serviço dos irmãos.

Não temeu o contexto social onde a mulher ainda não tinha o seu espaço, sabia que este deveria ser construido e o seu sim à causa da Educação tornou-se uma forma de fazé-lo. Assim tornou-se sólida pedra fundamental da Congreção nascente.

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