Missão da Juventude Marcelina

São Sbastião do Passé e Terra Nova – Bahia – 14 a 21 de julho de 2015

 

 

O Ano da Vida Consagrada que nos prepara para a grande abertura do Ano da Misericórdia no dia 08/12, foi marcado no encerramento deste semestre escolar, por uma linda Missão de Amor e rica experiência de um trabalho humanitário realizado pe los nossos Alunos, Ex - alunos, Irmãs, Pais, Professores e Leigos Marcelinos, em mais uma Missão de Férias da Juventude Marcelina que aconteceu entre os dias 14 a 21 de Julho em nossas Obras Sócio - Educativas de São Sebastião do Passé e Terra Nova – BA.

 

 

Com a Temática da Missão “Eu Vim para Servir”, nossos agentes missionários, iluminados pela leitura e partilha do livro “O Deus da Misericórdia”, do Papa Francisco, desenvolveram esse apostolado através de ricas experiências a partir do encontro... com o Outro, com a Realidade e com Deus. Foram momentos de significativos aprendizados individuais e coletivos que nos proporcionaram experiências humanas e enriquecedoras para nosso crescimento.

 

 

Que a força dessa Missão possa fortalecer cada vez mais aqueles que foram chamados a serem missionários do Reino, a fim de que não deixem a chama da alegria e o ardor missionário acabar, mas que mantenham a fé e a coragem de testemunhar como nos pede o Papa Francisco: “Eu peço a vocês que sejam revolucionários, que vão contra a corrente; sim, nisto peço que se rebelem; que se rebelem contra essa cultura do provisório que, no fundo, crê que vocês não são capazes de assumir responsabilidades, que não são capazes de amar a verdade. Eu tenho confiança em vocês, jovens, e rezo por vocês. Tenham a coragem de “ir contra a corrente”. Tenham a coragem de ser felizes!"

Prof. João Carlos Rodrigues Junior

 

 

Testemunho

Aluno Breno Salgado – 3º Ano Ens. Médio – Colégio Santa Marcelina – RJ

Vivemos em uma época em que o fiel não vai a igreja e sim a igreja vai ao fiel. Nós jovens devemos ser protagonistas, sair da nossa famosa zona de conforto, e mergulhar no real mundo ao nosso redor. O Papa Francisco diz aos jovens: “Através de vocês, entra o futuro no mundo. Também a vocês, eu peço para serem protagonistas desta mudança. Peço-lhes para serem construtores do mundo, trabalharem por um mundo melhor. Queridos jovens, por favor, não ‘olhem da sacada’ a vida, entrem nela. Jesus não ficou na sacada, Ele mergulhou… “Não olhem da sacada’ a vida, mergulhem nela como fez Jesus”.

 

 

Essa missão Bahia nos mostrou quem realmente somos, quem realmente é a vítima da sociedade, que nossos problemas são muito maiores que coisas prosaicas, e que devemos nos arriscar. Temos que explorar novos mundos, novas realidades, pois o conforto é bom mas nos torna cômodos, e anula nosso poder transformador. Venho novamente citar o Papa Francisco quando ele diz: “Não tenham medo de ir e levar Cristo para todos os ambientes, até as periferias existenciais, incluindo quem parece mais distante, mais indiferente. O Senhor procura a todos, quer que todos sintam o calor da Sua misericórdia e do Seu amor”.

 

 

O trabalho missionário não é uma ajuda somente ao próximo, mas você se ajuda e constrói seu caráter. Entramos em um processo de reflexão, em que refinamos em nossa vida aquilo que é o principal e o que é supérfluo, isso foi bem mostrado em uma casa de uma senhora, que não sabia ler e viveu a vida toda no Sertão, mas sem instrução era uma sábia. Ela mesmo sendo muito, muito pobre dava tudo o que pediam a ela, comida e abrigo. Ela dizia: “Porque me apegar as coisas da vida? Se nós todos acabamos em pó né?(ria) Não podemos negar para o outro o que não precisamos porque no final somos todos irmãos.”.

 

 

Essa senhora me fez ver qual o nosso papel no mundo e o encargo de cada um. Será que meu trabalho como filho tem sido adequado? Será que meu trabalho como aluno tem sido o meu melhor? Ou será que faço o que quero, quando quero… "porque sim”?

Assim, essa experiência não é uma missão ou um trabalho humanitário e, sim, uma construção. Uma construção de identidade, moral, ética, humanidade, caridade, compaixão e humildade.

Repetirei o enquanto puder...: “O que mais a humanidade precisa, é de humanidade”.

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