Cerimônia de oficialização da rua Irmã Laura Motta

Cambuquira - 12 febbraio 2015

 

No dia 12 de fevereiro de 2015 às vésperas de fazer memória do primeiro ano da páscoa de Irmã Laura aconteceu a cerimônia de oficialização da rua Irmã Laura Motta no bairro Fonte do Marimbeiro.

Uma celebração em ação de graças na Capela foi presidida pela ministra da Eucaristia Neusa Bardela.

 

Muitas pessoas participaram da cerimônia de inauguração da rua

A oficialização foi presidida pelo Dr. Walter Silva

Dr Walter Silva

Durante a celebração estiveram presentes as greiras marcelinas Ir. Diva, Ir. Terezinha (superiora das casa ) e Ir. Urusula.

Ir. Ursula Munaro e Ir. Teresinha de Almeida

Dr Walter Silva felicitou Ir. Teresinha de Almeida

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Na homilia proferida por dom Diamantino Prata de Carvalho, bispo vescovo de Campanha durante a missa em memória do primeiro ano da páscoa de Irmã Laura foi deixado um grande testemunho. O bispo afirmou que Irmã Laura foi possuidora de uma fé que a fazia sair de si mesmo indo ao encontro dos mais pobres e necessitados, sempre levando um sentimento de paz e amor, esse sentimento continuou sendo demonstrado mesmo durante os anos de enfermidade, estando na cadeira de rodas e sem poder falar Irmã Laura sorria demonstrando amor e paz interior a todos que lhe faziam visita.

O olhar de seu Agenor Ribeiro da Silva revela a triste lembrança de quem enfrentou o alcoolismo. “Eu simplesmente era o pai que meu filho não queria, também era o esposo que minha mulher não queria.” Para ele, só foi possível superar o vício com a ajuda de uma das entidades fundadas por Irmã Laura, uma freira conhecida em Cambuquira (MG) por ter dedicado sua vida a cuidar de pessoas carentes, mas principalmente, dos alcoólatras. Vida de Irmã Laura Motta

Vídeo

Desde que morreu, em fevereiro de 2014, os moradores se reúnem para rezar em seu túmulo e acreditam que a religiosa já seja intercessora de algumas graças. O próximo passo para eles é conseguir a beatificação da ‘Santa dos Alcoólatras’.

Seu Agenor participou do grupo de Alcoólatras Anônimos (AA) fundado pela irmã na cidade, e ao mostrar o selo de 21 anos de sobriedade, agradece todos os dias por ter conhecido a religiosa. "Se ela não tivesse escolhido para morar aqui, não sei qual seria a minha história, ou a minha vida, ou a minha existência. Ela ganhava [a gente] com o coração, com amor, com jeito, aquela ternura, aquela verdade, aquela simplicidade e aquela caridade."

Para a freira Úrsula Munaro, que vive na Associação das Irmãs Marcelinas em Cambuquira, Irmã Laura era capaz de enxergar o quanto o alcoolismo trazia tristeza para as famílias e tomou como missão ajudar a salvar quem sofria do vício. Conta-se que antes de morrer, ela teria afirmado: “Não sou santa, mas quero ser a intercessora dos que sofrem de alcoolismo”.

“Se condoía muito das famíias que tinham o pai alcoólatra, então ela acabou criando o AA. Recolhia estes alcoólatras numa sala para dar todas as instruções necessárias que são próprias do AA”, conta irmã Úrsula.

Muito obrigados por tudo, irmã Laura!

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